sexta-feira, 8 de maio de 2015

08/05/1963 - Sean Connery estrela seu primeiro 007, O Satânico Dr. No


Em 8 de maio de 1963, com o lançamento de O Satânico Dr. No, os espectadores puderam conferir o superespião James Bond (codinome: 007), personagem imortal criado por Ian Fleming na sua famosa série de livros e interpretado pelo ainda relativamente desconhecido ator escocês Sean Connery.

Connery havia atuado no teatro e na TV e feito algumas pontas no cinema antes de conseguir seu primeiro papel significante, ao lado de Lana Turner, em Vítima de uma Paixão (1958). Em seguida, ele recebeu papéis maiores, entre eles A Maior Aventura de Tarzan (1959). Harold Saltzman e Albert “Cuddy” Broccoli, os produtores de O Satânico Dr. No, tinham outros atores em mente para interpretar Bond, incluindo Cary Grant e James Mason. O próprio Fleming preferia outro candidato, David Niven. Após ganhar o papel, no entanto, Sean Connery rapidamente o personificou.




"Bond, James Bond"

Com Ursula Andress, Joseph Wiseman e Jack Lord, em O Satânico Dr. No, Bond, um agente do serviço secreto britânico, é enviado à Jamaica para investigar os assassinatos de outro detetive e seu secretário. Lá, ele é obrigado a enfrentar o malvado cientista chinês Dr. No (Wiseman), com a ajuda da bela e colecionadora de conchas Honey Ryder (Andress) e um agente da CIA (Lord). O Satânico Dr. No estabeleceu vários elementos característicos da série 007, incluindo o seu tema, as sequências de ação de ritmo acelerado, as sensuais “Bond girls”, a predileção de Bond por martinis de vodca “batidos, não misturados” e sua apresentação como “Bond, James Bond”.


Connery protagonizaria mais seis filmes de Bond, incluindo Moscou Contra 007 (1963), 007 Contra Goldfinger (1964), 007 Contra a Chantagem Atômica (1965), Com 007 Só se Vive Duas Vezes (1967), Os Diamantes São Eternos (1971) e (depois de 10 anos de hiato) Nunca Mais Outra Vez (1983). O título do último filme, um remake “não oficial” de 007 Contra a Chantagem Atômica, foi uma referência autodebochada das declarações passadas de Connery, que afirmava que não participaria mais da franquia de Bond. Embora ele tenha sido uma das principais atrações da bilheteria após o sucesso esmagador de 007 Contra Goldfinger, Connery havia supostamente se cansado do papel na época de 007 Contra a Chantagem Atômica (1965). Com medo de ficar confinado no seu famoso alter ego, ele começou a procurar papéis diferentes e mais desafiadores, emplacando sucessos como O Homem Que Queria Ser Rei (1975). Com performances elogiadas em O Nome da Rosa (1986) e Os Intocáveis (1987), pelo qual ele ganhou um Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, Connery saiu completamente da sombra de 007 e brilhou como um dos atores mais venerados de Hollywood.



Outros agentes 007


Enquanto isso, outros atores fizeram com que a franquia de James Bond continuasse ao longo dos anos, com níveis variados de sucesso. George Lazenby interpretou Bond em apenas um filme, 007 – A Serviço Secreto de Sua Majestade (1969), ao passo que Roger Moore teve ótima recepção nos sete filmes que realizou, começando com 007 – Viva e Deixe Morrer (1973) e terminando com 007 – Na Mira dos Assassinos (1985). Após dois filmes com Timothy Dalton, 007 – Marcado para a Morte (1987) e 007 – Permissão para Matar (1989), Pierce Brosnan o substituiu, dando nova vida à franquia, com sua interpretação jovial e elegante de Bond em quatro filmes: 007 – Contra GoldenEye (1995), 007 – O Amanhã Nunca Morre (1997), 007 – O Mundo Não É o Bastante (1999) e 007 – Um Novo Dia para Morrer (2002). Daniel Craig, um Bond mais musculoso, fez sua estreia com o sucesso 007 – Cassino Royale (2006) e continuou com 007 – Quantum of Solace (2008) e 007 – Operação Skyfall (2012). Um novo filme da série, 007 – Contra Spectre, novamente com Daniel Craig no papel de Bond, tem estreia prevista para este ano.



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domingo, 4 de janeiro de 2015

05/01/1933 - A construção da Ponte Golden Gate é iniciada


A Golden Gate Bridge (em português: Ponte do Portão de Ouro) é a ponte localizada no estado da Califórnia, nos Estados Unidos, que liga a cidade de São Francisco a Sausalito, na região metropolitana de São Francisco, sobre o estreito de Golden Gate. A ponte é o principal cartão postal da cidade, uma das mais conhecidas construções dos Estados Unidos, e é considerada uma das Sete maravilhas do Mundo Moderno pela Sociedade Americana de Engenheiros Civis.



No início do século XX, especialmente após o Terremoto de 1906, a cidade de São Francisco passou por um período de ascensão econômica e imediatamente surgiu a necessidade de conectá-la com as regiões vizinhas a fim de desenvolver a economia nas cidades ao redor da Baía de São Francisco.

A cidade de São Francisco é totalmente cercada de água por quase todos os lados, o que faz dela uma península. A necessidade de se conectar com as regiões vizinhas tomou a forma de uma estrutura rodoviária.
A ideia de uma ponte cruzando o Golden Gate surgiu pela primeira vez num artigo do jornalista James Wilkins em 1916. A ideia representava um grande desafio, já que o Golden Gate era conhecido pelos fortes ventos e correnteza e naquela época tal estrutura era considerada impossível de se construir.

O nome da ponte foi escolhido em 1927, quando MM O'Shaughnessy, importante engenheiro de São Francisco mencionou a ponte como Golden Gate Bridge, referindo-se ao estreito. A dificílima tarefa de projetar tal estrutura ficou a cargo do alemão Joseph Strauss. Embora não tivesse nenhuma experiência com pontes suspensas, Strauss fechou contrato com a prefeitura e projetou a ponte que começou a ser construída em Janeiro de 1933 e concluída em 1937.

Fonte: Wikipedia


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sábado, 3 de janeiro de 2015

04/01/1950 - Começa a divulgação comercial do disco de vinil, mais conhecido como LP, pela RCA Victor


Em 04 de janeiro de 1950, inicia a divulgação comercial do disco de vinil, mais conhecido como LP, pela RCA Victor. 

O disco de vinil, conhecido simplesmente como vinil, ou ainda Long Play (LP) é uma mídia desenvolvida no final da década de 1940 para a reprodução musical, que usa um material plástico chamado vinil1 (normalmente feito de PVC), usualmente de cor preta, que registra informações de áudio, que podem ser reproduzidas através de um toca-discos.


O disco de vinil surgiu no ano de 1948, tornando obsoletos os antigos discos de goma-laca de 78 rotações - RPM (rotações por minuto), que até então eram utilizados. Os discos de vinil são mais leves, maleáveis e resistentes a choques, quedas e manuseio (que deve ser feito sempre pelas bordas). Mas são melhores, principalmente, pela reprodução de um número maior de músicas - diferentemente dos discos antigos de 78 RPM - (ao invés de uma canção por face do disco), e, finalmente, pela sua excelência na qualidade sonora, além, é lógico, do atrativo de arte nas capas de fora.

A partir do final da década de 1980 e início da década de 1990, a invenção dos compact discs (CD) prometeu maior capacidade, durabilidade e clareza sonora, sem chiados, fazendo os discos de vinil ficarem obsoletos e desaparecerem quase por completo no fim do Século XX

No Brasil, o LP começou a perder espaço em 1992. Em 1993 foram vendidos no Brasil 21 milhões de CDs, 17 milhões de LPs e 7 milhões de fitas cassetes.

A partir de 1995, as vendas do LP declinaram acentuadamente em função da estabilização da moeda (consequência do Plano Real) e melhoria do poder aquisitivo da população, que permitiu a população adquirir mídias musicais mais modernas. Artistas que pertencem a grandes gravadoras, gravaram suas músicas em LP até 1997, e aos poucos, o bom e velho vinil saía das prateleiras do varejo fonográfico, mas retornou, timidamente, no final da primeira década do Século XXI.

Apesar disso, alguns audiófilos ainda preferem o vinil, por acreditarem ser um meio de reprodução sonora bem mais fiel que o CD

Discos de vinil de 12 (LP), 10 (EP) e 7 (single) polegadas, respectivamente

 Na segunda metade de 2008, os proprietários da Polysom, informados do volumoso crescimento na venda de vinis nos Estados Unidos e na Europa, depararam-se com a possibilidade de adquirir o maquinário da antiga fábrica e reativá-la . Em setembro do mesmo ano, começaram as diligências e os estudos que resultaram na aquisição oficial, em abril de 2009. No final de novembro de 2009, depois de meses de restauração, a fábrica finalmente fica pronta, sendo feitos os primeiros testes com os LPs produzidos. A fábrica tem capacidade para produzir 28 mil LPs e 14 mil Compactos por mês. Estabeleceu-se como única fábrica de vinis de toda a América Latina, condição que mantém até hoje.

Fonte: Wikipédia



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03/01/1496 - Leonardo Da Vinci testa sem sucesso uma máquina voadora que tinha construído



Leonardo di Ser Piero da Vinci, ou simplesmente Leonardo da Vinci, foi um polímata italiano, uma das figuras mais importantes do Alto Renascimento, que se destacou como cientista, matemático, engenheiro, inventor, anatomista, pintor, escultor, arquiteto, botânico, poeta e músico. É ainda conhecido como o percursor da aviação e da balística. Leonardo frequentemente foi descrito como o arquétipo do homem do Renascimento, alguém cuja curiosidade insaciável era igualada apenas pela sua capacidade de invenção. É considerado um dos maiores pintores de todos os tempos e como possivelmente a pessoa dotada de talentos mais diversos a ter vivido6 Segundo a historiadora de arte Helen Gardner, a profundidade e o alcance de seus interesses "não tiveram precedentes e sua mente e personalidade parecem sobre-humanos para nós, e o homem em si [nos parece] misterioso e distante".

Nascido como filho ilegítimo de um notário, Piero da Vinci, e de uma camponesa, Caterina, em Vinci, na região da Florença, foi educado no ateliê do renomado pintor florentino, Verrocchio. Passou a maior parte do início de sua vida profissional a serviço de Ludovico Sforza (Ludovico il Moro), em Milão; trabalhou posteriormente em Veneza, Roma e Bolonha, e passou seus últimos dias na França, numa casa que lhe foi presenteada pelo rei Francisco I.

Da Vinci tinha uma obsessão pela voo,  e passou grande parte de sua vida desenvolvendo máquinas capazes de levar o ser humano aos céus. Confira esse pequeno documentário:


Fonte: Wikipedia


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terça-feira, 30 de dezembro de 2014

31/12/1925 - Primeira edição da Corrida de São Silvestre em São Paulo, Brasil


Corrida Internacional de São Silvestre é uma corrida de rua realizada anualmente na cidade de São Paulo, Brasil, no dia 31 de dezembro, dia de São Silvestre (Papa da Igreja Católica, canonizado neste dia) de onde vem o seu nome.

Cásper Líbero, um jornalista e advogado paulista milionário que fez fortuna no início do século XX no setor de imprensa, fez uma viagem a Paris e de lá voltou maravilhado com uma corrida realizada à noite, em que os corredores carregavam tochas ao longo do percurso. Entusiasta do esporte e decidido a promover algo semelhante no Brasil, criou uma corrida noturna a ser realizada no último dia do ano de 1925. Estava fundada a Corrida de São Silvestre, que recebeu esse nome em homenagem ao santo do dia.

Em sua primeira edição, de 60 inscritos 48 compareceram para disputar a prova e apenas 37 foram oficialmente classificados, já que as regras exigiam que todos os corredores cruzassem a linha de chegada no máximo 3 minutos após a chegada do vencedor. O primeiro vencedor foi o jogador de futebol Alfredo Gomes, que completou os 8,8 km do percurso em 33:21. Inicialmente aceitando apenas a participação de brasileiros natos, nos anos seguintes a inscrição foi permitida a estrangeiros morando no Brasil, o que permitiu ao italiano Heitor Blasi, radicado em São Paulo, ser convidado a disputá-la e vencer duas das primeiras edições da prova, em 1927 e 1929. Sem grande experiência na organização deste tipo de evento, as primeiras edições impediam os corredores de beberem qualquer tipo de líquido durante a prova, e os atletas muitas vezes nela competiam com os próprios sapatos que usavam para treino no dia a dia e roupas que acumulavam suor.


Ao contrário de outros eventos desportivos tão ou mais antigos, a Corrida de São Silvestre nunca deixou de realizar-se, nem mesmo durante a Revolução Constitucionalista de 1932 ou a Segunda Guerra Mundial.

A partir de 1945, com o fim da guerra, ela passou a contar com a participação de estrangeiros, mas apenas para corredores convidados provenientes de outros países da América do Sul. O sucesso das duas primeiras edições internacionais, no entanto, levou os organizadores a permitirem a participação de corredores de todo o mundo a partir de 1947. Este ano marcou o início de período de 34 anos durante o qual nenhum brasileiro venceria a prova, o que se encerrou somente quando o garçom pernambucano José João da Silva venceu a edição de 1980, feito que repetiria em 1985. Emil Zátopek, a Locomotiva Humana, vencedor em 1953.

A corrida permaneceria restrita a homens até 1975, quando as Nações Unidas declararam aquele ano como o Ano Internacional da Mulher. Os organizadores da São Silvestre aproveitaram o momento para realizar a primeira corrida feminina no mesmo ano. O evento feminino começou já com livre participação internacional, e a primeira mulher a vencê-lo foi a alemã-ocidental Christa Vahlensieck, o que fez duas vezes seguidas. A primeira vitória brasileira ocorreria somente vinte anos depois, quando a brasiliense Carmem de Oliveira venceu em 1995.


Fonte: Wikipedia




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